Aguarde, carregando...

Segunda-feira, 26 de Outubro 2026
MENU
Justiça

Polícia Professora é presa por engano em escola de Rondônia após erro em processo

Suelen da Cruz Nunes foi detida em sua escola em Vilhena após falha em processo de Goiás; pedagoga pretende acionar a justiça por danos morais.

Polícia  Professora é presa por engano em escola de Rondônia após erro em processo
A-
A+
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

 

Uma falha em um processo judicial de Goiás resultou na prisão indevida da pedagoga Suelen da Cruz Nunes, de 36 anos, no município de Vilhena, em Rondônia. A professora, que trabalha em duas escolas municipais, foi detida dentro da instituição de ensino na última semana, sob a acusação de não pagamento de pensão alimentícia. O mandado foi expedido pela 1ª Vara de Família e Sucessões de Aparecida de Goiânia (GO), local onde a vítima nunca esteve.

Publicidade

Leia Também:

Segundo a advogada Wilma Fernandes, o equívoco foi causado pelo preenchimento incorreto do CPF da professora na petição inicial do processo. O verdadeiro alvo do mandado seria uma moradora de Aparecida de Goiânia com nome semelhante, mas grafia distinta. Mesmo após explicar aos policiais que não era a pessoa procurada, Suelen foi conduzida a uma delegacia e, posteriormente, a uma unidade prisional feminina.

A pedagoga relatou momentos de angústia ao ser retirada de sua sala de aula diante de alunos e colegas. “Eu sempre trabalhei, sempre fui honesta. Lá na cela é um sentimento de impotência, eu me sentia um nada”, desabafou. A professora permaneceu detida por cerca de 12 horas, enfrentando condições precárias de confinamento até que sua defesa conseguisse a emissão do alvará de soltura.

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) informou, por meio de nota, que a expedição do mandado decorreu de uma inconsistência cadastral apresentada nos autos. O órgão declarou que, assim que a falha foi identificada, as medidas para a correção foram adotadas, ressaltando que os atos judiciais baseiam-se nas informações constantes nos processos. A Defensoria Pública de Goiás também se manifestou, afirmando que sua atuação seguiu os dados fornecidos pelo assistido e que colaborou para a resolução do caso após ser notificada.

A defesa da professora confirmou que pretende mover uma ação judicial por danos morais, visando reparar o abalo psicológico sofrido por Suelen e sua família, especialmente diante das repercussões negativas que o episódio trouxe para sua carreira e vida pessoal.

Fonte/Créditos: Por g1 - 20

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Correio da Mata
Fale conosco!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR