Durante participação no RolimCast, a fonoaudióloga Márcia Freire explicou que o principal problema não está necessariamente nos aparelhos eletrônicos, mas na ausência de interação durante o consumo dos conteúdos.
Segundo ela, a criança passa a receber informações, mas deixa de participar ativamente da comunicação.
Esse processo reduz oportunidades de aprendizado, desenvolvimento da linguagem e fortalecimento das habilidades sociais.
Márcia destaca que os pais podem transformar a experiência digital em uma atividade educativa.
Perguntar sobre os personagens, comentar cenas, cantar músicas e pedir que a criança conte o que assistiu são formas eficazes de estimular a comunicação.
Outro ponto destacado pela especialista é que a linguagem não se desenvolve apenas ouvindo.
A criança precisa conversar, responder perguntas, criar narrativas e interagir com outras pessoas.
Por isso, momentos em família continuam sendo essenciais para fortalecer habilidades comunicativas e cognitivas.
A especialista também recomenda atenção ao tempo de exposição às telas e à qualidade dos conteúdos consumidos.
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Fonte/Créditos: Fonte: Rolim Notícias
Créditos (Imagem de capa): Foto: Grupo Amazun / Rolim Notícias
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