Quinta-feira, 28 Agosto de 2025 - 10:37 | com informações do Metrópoles
A iniciativa enfrenta divergências entre parlamentares de diferentes campos políticos, inclusive dentro da base governista. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), havia incluído a votação na agenda da terça-feira (26), mas o relator pediu o adiamento diante da falta de consenso. Na sessão desta quarta-feira, a decisão de adiar novamente ocorreu sem manifestação pública em plenário.
O texto em análise estabelece um prazo único de 8 anos de inelegibilidade, que passaria a ser contado a partir de quatro situações: a perda do mandato, a eleição em que ocorreu o crime, a renúncia ao cargo ou a condenação em segunda instância.
Atualmente, de acordo com a Lei da Ficha Limpa, o prazo de oito anos é contabilizado somente após o cumprimento da pena, podendo se somar a esse período. Com a mudança, o tempo de impedimento para disputar eleições seria encurtado.
Fonte/Créditos: com informações do Metrópoles

Comentários: