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Crueldade - Irã executa mulher que deu à luz na prisão e o Brasil silencia sobre atrocidades

É a sexta mulher assassinada pelo regime só este ano; foram 48 em 2025

Crueldade - Irã executa mulher que deu à luz na prisão e o Brasil silencia sobre atrocidades
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Crueldade
 
Narges Mohammadi, ganhadora do Nobel da Paz de 2023 e encarcerada pela ditadura dos aiatolás.

Em comunicados distintos, as organizações de defesa dos direitos humanos Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega, e Hengaw, vozes isoladas, informaram que o regime dos aiatolás executaram uma jovem mãe de 28 anos de idade que deu à luz na prisão. Ela é acusada, claro, de haver matado o marido com soníferos.

Organizações de direitos humanos afirmam que em geral as mulheres mataram maridos abusivos, com quem podem inclusive ter tido laços familiares antes do casamento, e posteriormente não conseguiram arrecadar o “dinheiro de sangue” necessário para evitar a execução.

Assim como ignorou até mesmo o assassinato frio e covarde de jovens brasileiros por terroristas do Hamas, durante o ataque de 2023, o governo Lula nem sequer manifestou “preocupação” com as mulheres executadas pelo regime dos aiatolás, do qual o petista se considera aliado.

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A mulher foi presa grávida há três anos e o filho já tem dois anos de idade e está sob os cuidados da avó materna. Ela é a sexta mulher executada somente este ano. Em 2025, foram 48 mulheres mortas a mando do regime ditatorial dos aiatolás por supostamente atentarem contra maridos ou noivos.

A presa mais conhecida, ainda não executada, é Narges Mohammadi, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 2023. No cárcere, ela teve diagnóstico de grave problema cardíaco, sofreu um infarto após uma greve de fome que a fez perder 19 quilos.

 
 

Fonte/Créditos: Diário do Poder

Créditos (Imagem de capa): Narges Mohammadi, ganhadora do Nobel da Paz de 2023 e encarcerada pela ditadura dos aiatolás. 26/05/2026 17:10 | Atualizado 27/05/2026 7:13

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