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Atuação do MPRO garante condenação por feminicídio

O acusado foi condenado a 45 anos de pena privativa de liberdade, em regime inicial fechado

Atuação do MPRO garante condenação por feminicídio
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Atuação do MPRO garante condenação por feminicídio

Foto da promotora com familiares da vítima

Foi a júri popular nesta sexta-feira (15/5) o réu V.C.R, pela morte de sua ex-companheira em Monte Negro, na Comarca de Ariquemes. O júri teve a atuação da promotora de Justiça Tereza de Freitas Maia Cotta, que sustentou as teses acusatórias acolhidas pelo Conselho de Sentença.

O acusado foi condenado a 45 anos de pena privativa de liberdade, em regime inicial fechado.

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O Juiz Presidente do Tribunal do Júri, fixou, ainda, a pedido do Ministério Publico, a título de indenização à família da vítima, o valor de R$80.000,00 (oitenta mil reais).

O crime ocorreu na madrugada do dia 24 de novembro de 2024, após a vítima e o acusado saírem de uma festa em um bar da cidade.

Luzia Pedra Vieira foi brutalmente assassinada enquanto caminhava, com golpes profundos de canivete na região do pescoço, que atingiram a jugular.

Em plenário, o Ministério Público sustentou que o crime foi cometido por motivo torpe em razão de ciúmes e sentimento de posse, nutridos pelo réu. Os jurados reconheceram que o feminicídio foi praticado com recurso que dificultou a defesa da ofendida e o meio cruel, em razão da brutalidade fora do comum com o que o delito foi praticado. Luzia deixou uma filha com deficiência visual.

Fonte/Créditos: Gerência de Comunicação Integrada (GCI) Publicada em 15 de maio de 2026 às 14:45

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