
No entendimento do procurador-geral da República, Paulo Gonet, a investigação conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal não encontrou elementos para atribuir ao ex-presidente uma infração disciplinar grave relacionada à apreensão da pistola. A arma foi localizada com um integrante da equipe de segurança de Bolsonaro, que acabou indiciado por porte ilegal de arma de fogo por transportar armamento registrado em nome de terceiros sem atender às exigências legais. A PGR, no entanto, defendeu que a pistola permaneça retida pelas autoridades.
Com a manifestação da PGR, a defesa de Bolsonaro terá prazo para apresentar seus argumentos antes da decisão final de Moraes. Caberá ao ministro avaliar se o episódio justifica alguma alteração no regime de cumprimento da pena ou se o ex-presidente continuará em prisão domiciliar.
Fonte/Créditos: Diário do Poder/Rodrigo Viela
Créditos (Imagem de capa): (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil).
