
O ministro é o relator da ação no Supremo e considerou insuficientes as explicações da força policial para a substituição do agente responsável desde as ações iniciais da CPMI do INSS.
Ele também tem mostrado preocupação com possíveis interferências nas investigações em que o filho do presidente Lula (PT) é citado.
Diante dos recentes movimentos, Mendonça deve aumentar o rigor no compartilhamento de informações no inquérito do INSS, restringindo o acesso a dados e blindando os autos para evitar pressões políticas.
O ministro já adota como padrão a técnica de compartimentação de informação nos processos nos quais é supervisor. O objetivo é proteger as informações e evitar vazamentos ao permitir que apenas investigadores diretamente ligados às diligências tomem conhecimento dos dados.
O relator deve passar a cuidar de forma mais próxima das investigações da PF.
Lideranças da oposição, como o presidente da CPMI, Carlos Viana (PSD-MG), e o relator, Alfredo Gaspar (PL-AL), se manifestaram repudiando a iniciativa da corporação e pediram explicações ao chefe da PF, Andrei Rodrigues, sobre a decisão.
Fonte/Créditos: Diário do Poder/Lua Carlos
Créditos (Imagem de capa): Foto: Foto: Nelson Jr. / STF21/05/2026 9:13 | Atualizado 21/05/2026 11:19

