
Na última vez que foi vista com vida, María estava na garupa de uma moto, supostamente a caminho de uma consulta médica, em 16 de julho. Segundo imagens das câmeras de segurança das ruas, uma mulher dirigia o veículo. O pai da vítima, Alexander Potosí, afirma que a motorista teria conhecido a filha em um programa para gestantes.
“Aparentemente, tudo foi planejado. Ela (a motorista) a tirou de casa, e foi lá que minha filha foi parar (…) Não sabíamos quem ela era”, disse à imprensa local.
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Antes de subir na garupa da moto, María Camila enviou uma mensagem para a cunhada. “Tive que sair correndo para confirmar um agendamento para um exame final que marcaram para mim hoje”, escreveu.
O corpo de María foi encontrado em 20 de julho, a cerca de seis quilômetros da residência dela, na vila de La Buitrera, envolto em lençóis e cobertores e com sinais de tortura. Suas mãos e pés estavam amarrados e ela foi esfaqueada várias vezes.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesOito dias após a ocorrência do desaparecimento, o prefeito de Cali, Alejandro Eder, informou que a recompensa por informações que levem à captura dos responsáveis havia aumentado para mais de 100 milhões de pesos (cerca de R$ 29 mil).
“Lamentamos profundamente esta perda que hoje traz tristeza à sua família e entes queridos, e expressamos nossa total solidariedade a eles”, declarou Eder.
Denúncia
O ex-companheiro da mulher que dirigia a moto, Carlos Rincón, disse ao RCN Notícias que já havia denunciado a ex por ameaça contra familiares.
Após a divulgação das imagens da câmera de segurança, que mostram María Camila na garupa da moto, Rincón questionou a ex sobre o paradeiro da vítima, mas a mulher não admitiu o crime.
Rincón disse ainda que foi enganado pela ex, que o fez acreditar que estava grávida de uma menina. Eles teriam chegado a gravar um vídeo de revelação de gênero com a família dela, mas depois a mulher afirmou ter perdido o bebê.
Herbert Benavides, comandante da Polícia Metropolitana de Cali, disse que, até o momento, ninguém foi preso, apenas que a mulher foi indiciada e que mais de quatro pessoas estão envolvidas.
Fonte/Créditos: Metrópoels/Lorena Pacheco
Créditos (Imagem de capa): Reprodução RCN Notícias

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