A mineração é uma das grandes origens de riqueza do nosso estado. E eu defendo: o garimpeiro não pode ser visto como problema — ele é um minerador, exerce uma atividade comercial que precisa de regularização, não perseguição! Hoje, o sistema que deveria fiscalizar atua como quem caça quem produz.
A mesma injustiça atinge quem trabalha com a madeira: Rondônia tem milhões de hectares de floresta, lei permite o manejo sustentável — mas o madeireiro é tratado como bandido, como criminoso, ao invés de ser reconhecido como gerador de renda e progresso. Essa atividade poderia gerar muito mais recursos para saúde, educação e estradas, se não fosse sufocada.
Exemplo grave: recentemente, uma serraria foi simplesmente fechada e destruída por órgãos ambientais. Se houvesse alguma irregularidade, o caminho não é destruir o patrimônio privado de imediato — é multar, orientar, dar chance de corrigir e continuar produzindo. Fiscalização não pode ser sinônimo de perseguição ou destruição.
Queremos mais: segurança jurídica, respeito ao trabalhador, regularização e punição justa — mas sem abusos, sem perseguir quem move a economia e cria o futuro do nosso estado! Bruno Bolsonaro Scheid 222
Fonte/Créditos: da Redação
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