ELEIÇÕES 2026
“Rondônia produz muito, mas, na hora de escoar a produção, aí o Estado sofre e quem paga a conta é o produtor”, afirmou.
Acir chama atenção para um problema que atinge toda a cadeia. Estrada ruim não significa apenas buraco, viagem mais lenta ou desconforto. Significa custo. E esse custo vai se acumulando até chegar à mesa do consumidor.
“Quando uma estrada está em más condições, o problema não fica na estrada. Ele aparece na saúde, no preço do frete, no custo do combustível, no custo do supermercado, no orçamento das famílias de Rondônia.”
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Na avaliação do candidato, não adianta cobrar cada vez mais de quem produz se a infraestrutura não consegue acompanhar o tamanho da produção rondoniense. O produtor planta, cria, colhe, emprega e movimenta a economia, mas continua enfrentando dificuldades justamente na hora de colocar sua produção na estrada.
O resultado aparece diretamente na competitividade. Quanto mais caro custa transportar, mais caro custa produzir. Quanto maior o frete, maior a pressão sobre os preços. E o prejuízo que começa no campo acaba dividido entre produtores, transportadores, comerciantes e consumidores.
É nesse contexto que Acir também cita a BR-364. Para ele, a discussão sobre a rodovia não pode se resumir à cobrança de pedágio. Antes de falar em tarifa, Rondônia precisa discutir aquilo que realmente interessa a quem utiliza a estrada: estrutura, duplicação, segurança e condições para transportar a produção.
Acir afirma que não é contrário ao pedágio, mas rejeita a cobrança de valores que considera excessivos em uma rodovia que ainda não oferece a estrutura necessária.
A preocupação principal, porém, vai além da tarifa.
Para o candidato, Rondônia não pode continuar sendo eficiente para produzir e ineficiente para transportar o que produz.
“Quem produz já carrega peso demais para ainda ter que pagar pela falta de uma estrada à altura do que Rondônia produz.”
Acir defende que melhorar as condições das rodovias significa atacar um problema que afeta a economia de ponta a ponta: reduz custos para o produtor, melhora o transporte, aumenta a competitividade e diminui a pressão que frete e combustível exercem sobre os preços pagos pela população.
Fonte/Créditos: Por Assessoria

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