Iram, que foi deputado estadual por Goiás, vereador em Goiânia e atua como médico, foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por estupro de vulnerável, com base em investigação que durou cerca de seis meses.
A decisão que o manteve em liberdade foi proferida pela 4ª Câmara Criminal do TJRJ, em análise ao recurso de Habeas Corpus impetrado pela defesa para impedir que o acusado voltasse à prisão. A desembargadora e presidente da corte, Gizelda Leitão Teixeira, que estava à frente do caso como relatora, e concedeu liminar de soltura dias após a prisão de Saraiva pela Polícia Civil do RJ, alegando “falta de provas”.
O inquérito reuniu indícios, depoimentos de testemunhas — entre elas uma pediatra que relatou ter identificado sinais de abuso — e entrevistas especializadas com a criança.
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A denúncia foi feita em março e encaminhada à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DCAV), após comunicação da creche onde a criança estudava.
Fonte/Créditos: Por Jornal da Cidade Online 29/05/2026 às 13:24

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