A investigação começou após a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) receber informações sobre as mensagens enviadas à criança.
Durante a conversa, o homem perguntou a idade da menina e demonstrou interesse em receber e enviar fotos íntimas. Ao perceber a situação, a mãe da vítima pegou o celular e passou a responder às mensagens como se fosse a filha.
O suspeito perguntava constantemente se algum adulto acompanhava a conversa e insistia na realização de chamadas de vídeo. Em seguida, pediu que a criança enviasse fotos “sexies”. Mesmo após receber uma resposta negativa, ele teria enviado uma imagem do próprio órgão genital para a conta da menina.
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O caso chegou à Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que aprofundou as investigações e identificou o suspeito. Segundo a Polícia Civil, ele já possuía passagem por crime de abuso sexual.
Durante a operação, os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão domiciliar e uma ordem de afastamento de sigilo telemático. O Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias, Polo Cuiabá, autorizou as medidas.
As equipes buscam celulares, computadores e outras mídias que possam confirmar os fatos, revelar possíveis novos crimes e identificar a eventual participação de outras pessoas. A Polícia Civil do Paraná prestou apoio ao cumprimento dos mandados.
O investigado poderá responder pelo crime de aliciar, assediar, instigar ou constranger uma criança, por meio de comunicação, com o objetivo de praticar ato libidinoso, previsto no artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente.
A sigla CESI significa Combate à Exploração Sexual Infantil em Mato Grosso e identifica o trabalho permanente desenvolvido pela DRCI.
Fonte/Créditos: rgtnews

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