Sexta-feira, 14 Agosto de 2026 - 08:06 | Redação
O grupo investigado é apontado como responsável por receber e movimentar valores retirados de instituições financeiras por meio de fraudes eletrônicas. Os fatos apurados ocorreram entre 2025 e 2026. Somente um dos episódios sob investigação, registrado em setembro do ano passado, teria provocado prejuízo estimado em R$ 30 milhões às instituições atingidas.
A apuração identificou um esquema baseado no recrutamento de terceiros que cediam contas bancárias para receber o dinheiro. Depois, os valores eram distribuídos entre diferentes contas e convertidos em criptoativos antes de retornarem ao mercado formal.
Cerca de 105 servidores da segurança pública foram mobilizados para o cumprimento das medidas judiciais. A investigação contou ainda com atuação integrada e apoio institucional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO).
Também participaram policiais da Força Tática do 1º BPM e servidores de diferentes delegacias especializadas da Polícia Civil de Rondônia: Delegacia Especializada em Repressão a Furtos e Roubos (DERF), Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor (DECCON), Delegacia Especializada em Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), Delegacia Especializada em Delitos do Sistema Prisional (DEDSP), Delegacia Especializada na Repressão às Fraudes (DEFRAUDE), Delegacia de Assuntos Fundiários (DAF), Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DHPP) e Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).
A FICCO/RO reúne integrantes das polícias Federal, Civil e Militar, além das polícias penais Estadual e Federal (Senappen), para atuação integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.
Fonte/Créditos: RONDONIAGORA

Comentários: