Pelo acordo fechado com a confissão da falcatrua, a Petros receberia R$1,75 bilhão ao longo de 25 anos. Outro fundo de pensão, o Funcef, de empregados da Caixa Econômica Federal, também receberia o mesmo valor e protocolou recurso no STF contra a polêmica decisão do ministro que beneficiou a J&F.
De acordo com o jornal O Globo, a Petros alegou que a decisão de Toffoli “se encontra eivada de vícios de fundamentação, certamente decorrentes da omissão de fatos e elementos relevantes por parte da J&F que induziram Sua Excelência a erro, impedindo-o de exercer o escorreito juízo de valor e dar o devido deslinde à controvérsia”.
O fundo de pensão ainda destaca que o acordo de leniência com a empresa foi fechado na Operação Greenfield, sem qualquer relação com a Operação Lava Jato.
“(…)trata-se de outro foro (da Odebrecht), outros investigadores, outra operação e, em última análise, outra situação que não guardam qualquer relação com a Operação Lava-Jato. Não há, até o presente, quaisquer indícios ou elementos de prova que levem a crer que houve a contaminação da Operação Greenfield pelos abusos cometidos pelos agentes da referida força-tarefa paranaense e pelo juiz da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba”
Fonte/Créditos: Rodrigo Vilela/Diário do Poder
Créditos (Imagem de capa): Foto: reprodução de redes sociais.

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