08 de setembro de 2026 às 16:27 - Redação - Correio da mata
Eu passei pelo pior: sofri cárcere privado, tortura física e psicológica pela LCP, tudo isso diante da minha própria família. Essa dor me ensinou uma lição dura: não basta ser pessoa estruturada, trabalhar e construir — achar que o mal não vai chegar até nós é um engano grave. A violência e a perseguição chegam sim, e chegam porque muita gente na política esquece o seu verdadeiro papel.
Vejo muitos no Congresso fazendo leis apenas para defender interesses de partidos ou grupos, em vez de blindar a sociedade contra ações criminosas. Esse tipo de político tem que ser "deixado na geladeira". O seu único compromisso deve ser com o povo: garantir saúde integral, educação digna, estradas e infraestrutura de verdade. Interesse partidário não pode guiar quem governa — o bem comum vem sempre em primeiro lugar.
Sei que preciso do Partido Liberal para ser eleito, apoio o nosso grupo de Roraima, mas não tenho dívida de gratidão com ninguém além da população. Minha lealdade não é a amigos ou dirigentes: minha dívida política é única e exclusivamente com quem me deu o voto, com quem confia em mim. É para defender a sua vida, a sua família e os seus direitos que eu estou aqui.
Bruno Bolsonaro Scheid 222
Fonte/Créditos: correiodamata
Créditos (Imagem de capa): Assessoria

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