Segunda-feira, 24 Agosto de 2026 - 17:20 | Redação
A servidora acabou infectada pelo vírus e procurou as autoridades em abril deste ano, depois de apresentar sintomas. A apuração também identificou que o dentista não realizava o tratamento necessário para reduzir a carga viral.
Ao analisar o caso, a Justiça considerou que Jean sabia de sua condição sorológica e deliberadamente deixou de informar a mulher, mantendo relações sexuais sem preservativo e expondo-a ao contágio.
A análise das provas seguiu as diretrizes do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, do Conselho Nacional de Justiça, aplicadas desde a produção da prova oral na ação penal.
O processo tramita em segredo de Justiça.
Fonte/Créditos: RONDONIAGORA

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