Domingo, 23 Agosto de 2026 - 10:29 | Redação
Após fugir da região da ponte sobre o rio Madeira, onde ocorreu o atropelamento, o motorista seguiu até o Porto Graneleiro. Uma arma de pressão foi encontrada dentro da carreta.
Antes da prisão, um vídeo gravado por outro motorista registrou a carreta trafegando em zigue-zague pela BR-319. As imagens também mostram o veículo avançando contra ciclistas depois do atropelamento que matou Waldirene.
Uma testemunha que parou para socorrer a vítima contou à imprensa que presenciou a carreta atingir a ciclista. Ele estava acompanhado da irmã e parou para verificar se Waldirene ainda estava viva.
O caminhoneiro fez um retorno na Vila, parou a carreta e ficou observando as pessoas e o corpo da vítima. A testemunha contou que colocou a mão na cabeça em sinal de que a ciclista estava morta.
“Quando ele viu que eu botei a mão na cabeça, tipo sinalizando que a mulher estava morta, ele jogou a carreta em cima de nós para matar eu, minha irmã e mais um rapaz, o outro ciclista”, relatou.
As pessoas correram para o mato. A carreta atingiu o carro da testemunha, arrastou o veículo e o lançou em uma ribanceira.
O homem havia parado para prestar socorro e sinalizar aos demais motoristas sobre a vítima na pista. Ele e a irmã não ficaram feridos.
Ao falar sobre o comportamento do caminhoneiro, a testemunha levantou a hipótese de que ele estivesse sob efeito de álcool ou drogas.
Outro ciclista ficou ferido no atropelamento.
Fonte/Créditos: RONDONIAGORA
Créditos (Imagem de capa): RONDONIAGORA

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