ELEIÇÕES 2026

Na publicação, Scheid relatou que perdeu o pai de forma violenta ainda no início da vida e que, anos depois, sua família também passou por uma situação marcada pela violência. Segundo ele, essas experiências tiveram influência sobre sua formação pessoal e sua visão política.
“Meu pai foi assassinado quando eu nasci. Anos depois, eu vivi na pele a violência que quase destruiu a minha família. Foi nesse caminho que Deus cruzou a minha história com a do Jair Messias Bolsonaro”, afirmou.
Ao recordar o início da aproximação, Scheid relacionou a convivência com Bolsonaro à memória do pai, que teria atualmente idade semelhante à do ex-presidente. No relato, afirmou que a vida lhe permitiu acompanhar alguém da mesma geração daquele que perdeu ainda criança.
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Bruno Scheid também disse ter acompanhado de perto momentos de forte pressão enfrentados por Jair Bolsonaro. Para ele, essa convivência contribuiu para consolidar suas convicções e sua decisão de permanecer atuando ao lado do ex-presidente no campo político.
“Acompanhei de perto o homem que o Brasil não conhece. E ver a perseguição que ele enfrentou só aumentou a minha convicção de permanecer ao lado dele”, declarou.
Em outro trecho, Scheid afirmou que esteve presente em momentos considerados difíceis por Bolsonaro e que essa proximidade permitiu compreender aspectos pessoais que, segundo ele, nem sempre são percebidos pela população.
Ao concluir a manifestação, o nome escolhido pelo PL afirmou que a atuação em Brasília exige capacidade para suportar pressões, preservar princípios e enfrentar decisões difíceis.
“Brasília não é lugar pra qualquer um. É lugar de quem aguenta pressão, não negocia princípios e tem coragem de fazer a diferença quando o Brasil mais precisa”, finalizou.
Fonte/Créditos: Por Assessoria

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