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ANTISSEMITISMO INVESTIGADO - MP é acionado após influenciadora defender extermínio de judeus

Deputado Guto Zacarias pede investigação, remoção de conteúdo e responsabilização por ataques e ameaças divulgados nas redes

ANTISSEMITISMO INVESTIGADO - MP é acionado após influenciadora defender extermínio de judeus
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O pedido foi protocolado neste sábado (06/11) e reúne uma série de publicações e áudios que, segundo o documento, configuram ataques antissemitas, incentivos à violência e apologia ao genocídio.

A representação, assinada também pelo assessor parlamentar Renato Battista e pelo advogado Miguel Sândalo Calamari, aponta que Brenda utilizava suas redes para divulgar mensagens hostis contra judeus, israelenses e sionistas. 

O material anexado inclui frases que celebram o Holocausto, discursos que classificam judeus de forma desumanizante e conteúdos que exaltam agressões e explosões em território israelense.

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Entre os registros considerados mais graves pelo deputado está um áudio em que a influenciadora defende a criação de “campos de concentração para sionistas” e afirma que essas pessoas deveriam “morrer no gás”, fazendo referência direta aos métodos de extermínio nazista. 

A notícia-crime descreve que tais manifestações ultrapassam o limite da liberdade de expressão e constituem incentivo explícito à violência.

Além desse episódio, o documento apresenta capturas de tela de postagens que comemoram ataques contra civis e replicam símbolos historicamente associados a regimes genocidas, como comparações de judeus a animais ou pragas urbanas, recurso usado para justificar perseguições em períodos de extrema violência.

De acordo com a representação, os conteúdos se enquadram nos crimes previstos no artigo 20, parágrafo 2º, da Lei 7.716/1989, que trata de incitação ao preconceito e discriminação, e no artigo 147 do Código Penal, referente a ameaça, ambos preveem pena de reclusão.

O pedido encaminhado ao Ministério Público solicita a abertura de inquérito policial, a oitiva da investigada, a preservação e o fornecimento de dados dos perfis utilizados, além da remoção imediata das publicações classificadas como criminosas.

Com o protocolo formalizado, o caso segue agora para análise da Promotoria, que decidirá sobre os próximos passos da investigação.

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Fonte/Créditos: Pedro Taquari/Diário do Poder

Créditos (Imagem de capa): (Foto: Álvaro Maciel/Diário do Poder).

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