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Coluna CH / 14 de janeiro - Lula atormenta Receita impondo metas mensais de arrecadação

Lula ignora Câmara para despachos privados

Coluna CH / 14 de janeiro - Lula atormenta Receita impondo metas mensais de arrecadação
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Lula (PT) - Foto: divulgação.
Sob o comando de Fernando Taxxad Haddad desde o início do atual governo, o Ministério da Fazenda tem atormentado a Receita Federal com metas mensais da arrecadação, atribuídas a Lula (PT), esfolando cada vez mais o pagador de impostos. Isso tem gerado ruídos, pressão excessiva e contratempos ao trabalho técnico da Receita, que, não por acaso, trocou o comando da assessoria de comunicação, em Brasília, e outra vez sem recorrer a profissionais da área, especialistas no assunto.

Crise de credibilidade

A mudança ocorre em meio a uma crise de credibilidade da Receita, agravada por dezenas de aumento de tributos no governo Lula.

Comunicação confusa

Internamente, servidores de áreas técnicas como tributação, aduana e fiscalização têm criticado a comunicação confusa do órgão.

Jornalistas proibidos

Agora, o auditor-fiscal Daniel Belmiro assumiu no lugar do analista-tributário Daniel Alencar no comando da Comunicação da Receita.

Leia Também:

Vítimas desinformadas

As decisões sobre criação de impostos e aumento de alíquotas estariam sendo divulgadas de maneira que dificulta a compreensão da “tunga”.

 
Presidente Lula ao lado do presidente da Câmara, Hugo Motta. (Foto: Ricardo Stuckert/PR).

Lula ignora Câmara para despachos privados

 

A agenda oficial do presidente Lula (PT) ilustra bem a dificuldade que o petista tem na Câmara. Acostumado com a velha política do escambo, contando com votos de partidos que assumem algum ministério, não recebeu nem um deputado para despacho privado em 2025. O desempenho é ainda pior do que a performance de 2024, quando o presidente só recebeu só quatro deputados, sendo três petistas e Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara e respeitado pelos colegas.

Bem parecido

No Senado, a coisa não é muito diferente. Só uma visita, Leila Barros (PDT). Ainda assim, Lula levou oito meses até receber a parlamentar.

Na mão

Encontros com governadores também secaram em 2025, foram apenas três reuniões privadas e com a turma alinhadíssima ao Planalto.

Companheirada

Os três recebidos por Lula foram: Helder Barbalho (MDB-PA), Renato Casagrande (PSB-ES) e maranhense Carlos Brandão (ex-PSB).

Poder sem Pudor

O ‘furto’ que não houve

Brasília não merece mesmo a fama dos políticos que a frequentam. Quando renunciou ao mandato, na esperança de retornar ao poder pelas mãos dos militares, Jânio Quadros pediu ao ajudante de ordens, major Amarante, que deixasse no Palácio Alvorada um terno e sapatos. Mais tarde, em 1978, conforme relato de Murilo Melo Filho em seu soberbo “Tempo Diferente” (ed. Topbooks, Rio, 295 pp.), Jânio contaria uma lorota à revista Manchete: - A Presidência da República não me deu nada. Pelo contrário, andou me tirando. Lá, furtaram-me um terno, uma camisa e um par de sapatos...

Matemática

Vice-líder da oposição na Câmara, Sanderson (PL-RS) lembra que após 25 anos de governos de esquerda, o Brasil figura em sétimo no vergonhoso ranking de países mais violentos do mundo.

Caravana furada

Com o ministro Guilherme Boulos (Secretaria Geral) escalado para divulgar o governo Lula pelo País, o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) lista alguns “feitos” do petista, como a roubalheira no INSS.

 

Recordar é viver

Eduardo Bolsonaro lembrou que a posse do presidente do Irã, que executa civis indiscriminadamente, contou com a presença de membro do governo brasileiro: o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) esteve lá.

Licitação de ouro

Alvo da PF em processo sobre falcatruas com emendas parlamentares, o deputado Felix Mendonça Filho (PDT-BA) mandou quase 60% do recurso para obras. Logo atrás, vem compra de bens (27,4%) e serviço (11,4%).

 

Frase do dia

"Isso é irresponsabilidade com o dinheiro público"

Senador Jorge Seif (PL-SC) sobre acordo do Master envolvendo fundos de previdência

É um purgante

Quando decidiu que deixaria mesmo o Ministério da Justiça, Ricardo Lewandowski baixou a guarda da discrição sobre a dificuldade no trato com o ministro da Casa Civil, Rui Costa.

Silêncio constrangedor

Foram 16 dias de absoluto silêncio do governo Lula até que o Itamaraty divulgar uma econômica nota sobre a situação do Irã, que mata seus civis. Ainda assim, nada de condenar as mortes, que passam de 2 mil.

Metade reprova

A primeira pesquisa do ano eleitoral (Canal Meio/Instituto Ideia) registra péssima notícia para Lula, que vai tentar a reeleição. O petista registra reprovação entre o eleitorado em 50%

 

Escanteio

No Planalto, auxiliares de Lula garantem que o petista até ouviu o nome de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para suceder a Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça, mas que não considerou mesmo o senador.

Pensando bem...

... para quem investiu, restou um prejuízo master.

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Fonte/Créditos: Cláudio Humberto PODER, POLÍTICA E BASTIDORES Com Tiago Vasconcelos e Rodrigo Vilela

Créditos (Imagem de capa): Lula (PT) - Foto: divulgação.

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Elinaldo Bispo

Publicado por:

Elinaldo Bispo

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