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VÍDEO - Mais 2 dias - Justiça de Israel prorroga prisão de brasileiro fã dos terroristas do Hamas

Caso envolve acusações de ligação com organizações ilegais

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Thiago Ávila, ativista brasileiro. (Foto: Reprodução/Redes Sociais).
 

O ativista radical de esquerda brasileiro Thiago Ávila, de 39 anos, teve a detenção prorrogada por mais dois dias pelo Tribunal de Magistrados de Ashkelon, em Israel. Ele foi preso na última quinta-feira (30), em águas internacionais, enquanto participava de uma flotilha com destino à Faixa de Gaza.

Ávila foi detido junto com o ativista espanhol Saif Abu Keshek durante uma operação da Marinha israelense no Mar Mediterrâneo. A decisão judicial atendeu parcialmente ao pedido das autoridades israelenses, que solicitavam um prazo maior de custódia.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores de Israel, Abu Keshek seria um dos dirigentes da Conferência Palestina para os Palestinos no Exterior (PCPA), organização classificada por Israel e pelos Estados Unidos como ligada ao grupo Hamas, que governa a Faixa de Gaza.

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Ainda de acordo com o governo israelense, Ávila mantém vínculos com a entidade e é suspeito de envolvimento em atividades consideradas ilegais. Veja abaixo o momento da prisão:

 

A ONG israelense de direitos humanos Adalah, que acompanha o caso, afirmou que os dois ativistas relataram terem sido submetidos a uma detenção de “extrema brutalidade”.

Essa não é a primeira vez que o brasileiro é interceptado por forças israelenses ao tentar chegar a Gaza. Em junho de 2025, ele estava a bordo da embarcação Madleen, que também transportava a ativista sueca Greta Thunberg. O barco foi interceptado, e os tripulantes foram detidos e posteriormente deportados.

Meses depois, em outubro, Ávila voltou a ser detido em uma nova tentativa de entrada no território palestino, desta vez em uma embarcação da Flotilha Global Sumud.

Na ocasião, ele estava acompanhado de outros 14 brasileiros, entre eles a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE). Durante a detenção, o ativista chegou a realizar uma greve de sede antes de ser deportado ao Brasil.

 

Ávila já foi candidato a deputado federal pelo PSOL em 2018 e 2022, sem sucesso eleitoral.

 

Fonte/Créditos: Diário do Poder/ Mael Vale

Créditos (Imagem de capa): (Foto: Reprodução/Redes Sociais).03/05/2026 18:38 | Atualizado 03/05/2026 22:54

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