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Sem encarar trabalhador Alta reprovação tira Lula do 1º de Maio pelo 2º ano seguido

Última vez que presidente participou de celebrações do Dia do Trabalhador foi em 2024

Sem encarar trabalhador Alta reprovação tira Lula do 1º de Maio pelo 2º ano seguido
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Sem encarar trabalhador
Lula preferiu a frieza das lentes, em pronunciamento na TV aberta, a encarar atos deste 1º de Maio. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
 

Após fechar abril com uma reprovação de 52% de seu governo, considerado negativo por 42% dos brasileiros, o presidente Lula (PT) não participará pelo segundo ano consecutivo dos atos do Dia do Trabalhador, nesta sexta-feira, feriado do 1º de Maio. Mesmo com dados oficiais indicando baixo desemprego, Lula deixará de prestigiar as centrais sindicais ligadas à sua trajetória política, nos eventos em mais de 40 cidades e 19 capitais do Brasil que terão como reivindicação central a redução de jornada de trabalho com o fim da escala 6×1.

Lula preferiu não encarar os olhares aflitos das multidões de trabalhadores nas ruas, que convivem com o cenário de 80,4% de famílias endividadas, o maior nível da série histórica do levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC), divulgado em abril. E preferiu a indiferença do olhar eletrônico das lentes, pelas quais repisou pronunciamento em rede aberta de televisão os seus discursos de promessas ao trabalhador e de críticas ao espectro das elites da qual ele mesmo faz parte há décadas.

Em sua agenda oficial, Lula não tem compromissos nesta sexta-feira de reivindicações de trabalhadores. E os dados de abril da última pesquisa de intenções de votos da Quaest evidenciam o eleitor brasileiro indicando falta de compromissos a serem cumpridos pelo governo de Lula, o que coloca em risco sua reeleição.

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O levantamento registrado sob o protocolo BR-09285/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e divulgado há duas semanas registra a reprovação de 52%, que só não supera os 57% registrados em maio do ano passado. Além de empates técnicos na margem de erro de 3 pontos percentuais, em cenários estimulados, com 37% contra 32% do senador Flávio Bolsonaro (PL), em 1º turno; e com Flávio pontuando 42% contra 40% do petista, em simulação de 2º turno.

E os trabalhadores que já colocaram Lula nos braços desde a luta sindical dos anos 1980, neste 1º de Maio, foram desprestigiados.

 

 

Fonte/Créditos: Diário do Poder

Créditos (Imagem de capa): (Foto: Ricardo Stuckert/PR)01/05/2026 9:30 | Atualizado 01/05/2026 20:32

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