
Quando a polícia foi acionada, a mulher admitiu ter matado o próprio pai, Marcos Ferreira Linhares, de 74 anos. Na delegacia, disse que era abusada por ele desde criança e que estava sobre “forte estresse”.
O exame de sanidade mental foi solicitado após pedido dos advogados da acusada. Segundo a defesa, há “fortíssimos indícios de um surto psicótico”.
“Na entrevista com esse defensor após 3 dias do ocorrido, na Cadeia em Anexo do 2º DP de São Vicente/SP, a acusada ainda estava muito confusa, inclusive sem noção de tempo e precisando urgentemente de atendimento médico”, afirmam os advogados.
Em manifestação feita na última segunda-feira (1º/9), a promotora Monique Ratton se posicionou de forma favorável à realização do exame. O objetivo, segundo ela, seria determinar se a acusada portava “doença mental” no momento do crime ou se possui algum tipo de desenvolvimento mental incompleto que a impossibilitasse de compreender a gravidade da situação.
“A acusada, à época do fato, era portadora de perturbação ou transtorno de saúde mental que afetasse sua capacidade plena ou momentânea?”, questiona a promotora.
Fonte/Créditos: Renan Porto / Metrópoels
Créditos (Imagem de capa): Google News - Metrópoles Reprodução / Redes sociais

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