Quarta-feira, 22 Abril de 2026 - 10:00 | Redação
O esquema funcionava dentro da Floresta Estadual de Rendimento Sustentável Rio Madeira B (FERS Rio Madeira B), unidade de conservação com cerca de 51 mil hectares.
Para dar aparência de legalidade às atividades, o grupo utilizava associação rural, central de movimentos e cooperativa habitacional, além de captar recursos com base nessas estruturas.
A apuração começou em novembro de 2023, após abordagem realizada por agentes da Sedam e policiais ambientais no interior da unidade de conservação. Novas incursões em 2025 permitiram identificar a liderança, o núcleo operacional e a divisão funcional entre os investigados.
As medidas cautelares incluem buscas domiciliares, proibição de contato entre investigados e testemunhas e restrição de acesso a unidades de conservação em todo o estado.
A operação contou com apoio da Core, da Gerência de Aviação do Estado (Gave/Sesdec), do Batalhão de Policiamento Ambiental e do Ministério Público de Rondônia, por meio do Gaeco e do Gaema.
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