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Sexta-feira, 11 de Setembro 2026
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Mundo - Autoridades venezuelanas entregam corpo em decomposição de preso político

Jesús Álvarez é o segundo preso durante os protestos contra Nicolás Maduro a morrer sob custódia do regime

Mundo - Autoridades venezuelanas entregam corpo em decomposição de preso político
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Redação
Foto: Reprodução/Unidad Venezuela

O corpo de Jesús Álvarez, preso durante os protestos contra a farsa eleitoral do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, foi entregue aos familiares no sábado, 14 de dezembro, após as autoridades inicialmente negarem sua morte. 

O filho de Álvarez, também chamado Jesús, recebeu o corpo na noite de sábado, acompanhado por funcionários até o local do sepultamento. Seu pai morreu na prisão na última quinta-feira, 12.

 

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O corpo de Jesús Álvarez, preso durante os protestos contra a farsa eleitoral do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, foi entregue aos familiares no sábado, 14 de dezembro, após as autoridades inicialmente negarem sua morte. 


O filho de Álvarez, também chamado Jesús, recebeu o corpo na noite de sábado, acompanhado por funcionários até o local do sepultamento. Seu pai morreu na prisão na última quinta-feira, 12.

 


As causas da morte ainda são desconhecidas, mas o filho confirmou o falecimento por meio de uma fotografia obtida no serviço de medicina forense do hospital central de Carabobo, após a administração da prisão de máxima segurança de Tocuyito ter negado a existência de um morto. 


O Comitê pela Liberdade dos Presos Políticos informou que o corpo estava “em estado avançado de decomposição”. A mãe de Jesús Álvarez também está presa.

Álvarez é o segundo preso durante os protestos contra Maduro a morrer sob custódia das autoridades venezuelanas. O primeiro foi Jesús Manuel Martínez, de 36 anos, membro do partido da oposicionista María Corina Machado. 

Os protestos, que contestaram a reeleição de Maduro, resultaram em 27 mortes e quase 200 feridos, enquanto mais de 2.400 pessoas foram presas. Embora o regime tenha anunciado a libertação de 328 detidos, a ONG Foro Penal registrou apenas 213, incluindo adolescentes, e familiares denunciam tortura e maus-tratos aos presos.


Leia mais: Lula lava as mãos sobre Venezuela: “Maduro cuida dele”

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Fonte/Créditos: Redação O Antagonista

Créditos (Imagem de capa): Foto: Reprodução/Unidad Venezuela

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