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Mentiras e eleições - Nunes avalia riscos e quer saber se canal lulista desinforma sobre Flávio

Presidente do TSE reage à revogação se sua decisão pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral

Mentiras e eleições - Nunes avalia riscos e quer saber se canal lulista desinforma sobre Flávio
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Mentiras e eleiçõesCorregedor-geral da Justiça Eleitoral Ricardo Villas Bôas Cueva e o presidente do TSE Kassio Nunes Marques. (Fotos: Antonio Augusto e Luiz Roberto/TSE)

DP

Redação

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, pediu nesta segunda-feira (12) que a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral avalie se um canal de apoiadores da reeleição do presidente Lula (PT) oferece riscos à eleição presidencial. A inciativa também quer saber se há “circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes” que desinformem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), como denunciou sua campanha presidencial de oposição.

A medida é uma reação à inédita decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, de suspender na tarde deste domingo (11) a decisão do presidente do TSE, para restaurar no WhatsApp o grupo que a oposição classificou como “canal de mentiras” de apoiadores de Lula contra Flávio Bolsonaro (PL).

A solicitação pede informações sobre o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e que saltou de cerca de 55 mil seguidores para quase 3 milhões, desde o dia 5 deste mês de outubro.

“Deverá, ainda, informar as providências eventualmente adotadas no âmbito de suas atribuições e apresentar os elementos técnicos disponíveis que possam contribuir para a avaliação dos riscos à integridade do processo eleitoral”, pontua a decisão do presidente do TSE.

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Ao revogar a decisão de Nunes Marques e restabelecer o canal, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva afirmou serem “insuficientes” os elementos probatórios apresentados para justificar “restrição tão abrangente”, até avaliação de novas provas. E ressaltou que segue vedado o compartilhamento de conteúdos que o TSE já conclui serem inverídicos.

Nunes Marques havia mandado suspender o canal, com o argumento de que a estrutura centralizada em Janones era meio de difusão coordenada conteúdos que o TSE já havia consideradoo falsos, bem como fazia a orientação de como burlar mecanismos de proteção da plataforma WhatsApp.

As principais mentiras apontadas pela campanha de Flávio acusam o rival de Lula de ter ligação com milícias, pretender retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida e cortar aposentadorias, benefícios e reajustes do Bolsa Família.

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Fonte/Créditos: Diário do Poder

Créditos (Imagem de capa): Fotos: Antonio Augusto e Luiz Roberto/TSE)

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Elinaldo Bispo • 12/10/2026 13:10
A medida é uma reação à inédita decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, de suspender na tarde deste domingo (11) a decisão do presidente do TSE, para restaurar no WhatsApp o grupo que a oposição classificou como “canal de mentiras” de apoiadores de Lula contra Flávio Bolsonaro (PL).
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