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Quarta-feira, 07 de Outubro 2026
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Justiça

Jogo bruto - Gilmar arquiva acusação falsa contra vice de Flávio após 1º turno e 6 meses do caso no STF

Gaspar chamou  o caso de “injustiça sem limite” e cobrou punição dos autores

Jogo bruto - Gilmar arquiva acusação falsa contra vice de Flávio após 1º turno e 6 meses do caso no STF
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Jogo bruto

aO deputado e a senadora são acusados pela falsa acusação em retaliação ao pedido de indiciamento de Lulinha no caso do roubo aos aposentados do INSS.

DP

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Redação

O ministro Gilmar Mendes, do STF, arquivou nesta terça-feira (6) o pedido de investigação da falsa acusação de “estupro de vulnerável” contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). A decisão atende a pedido da Procuradoria-Geral da República, que concluiu não haver indícios para abrir inquérito.

O arquivamento chega dois dias depois do primeiro turno, realizado em 4 de outubro. O caso estava no Supremo há seis meses,  desde abril, quando a Polícia Federal pediu autorização para investigar. Gilmar remeteu os autos à PGR. Nada impedia que o relator encerrasse a apuração antes da votação, em vez de deixá-la pairando sobre o candidato durante toda a campanha.

Gaspar chamou  o caso de “injustiça sem limite” e cobrou punição dos autores, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS).

A falsa acusação foi levada à PF no mesmo dia em que Gaspar, relator da CPMI do INSS, pedia o indiciamento de dezenas de pessoas, entre elas o filho de Lula (PT), por envolvimento no roubo bilionário a mais de 9 milhões de aposentados e pensionistas. Os dois afirmaram que o deputado teria mantido relação com uma adolescente de 13 anos, da qual teria nascido uma menina, hoje uma mulher casada, que gravou vídeo para reforçar que a acusação era falsa. Gaspar negou desde o início, fez exame de DNA para provar sua inocência no episódio classificado como denunciação caluniosa.

Enquanto não andava, figuras ligadas ao PT seguiam reproduzindo a acusação falsa, como foi o caso da a primeira-dama Janja em 1º de outubro, a três dias do primeiro turno. O insulto se apoiou numa suspeita que a própria Procuradoria-Geral da República considerava sem elementos para justificar investigação, e que Gilmar Mendes só arquivou depois da eleição de primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro se saiu vitorioso.

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Fonte/Créditos: Diário do Poder

Comentários

Autor da postagem
Elinaldo Bispo • 06/10/2026 23:07
Gaspar chamou o caso de “injustiça sem limite” e cobrou punição dos autores, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS).
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