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Guerra ao tráfico - Colômbia: EUA atacaram produção de cocaína na Venezuela

Ataque aéreo em Maracaibo ocorre após Trump revelar ofensiva terrestre

Guerra ao tráfico - Colômbia: EUA atacaram produção de cocaína na Venezuela
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A declaração foi feita por meio de uma publicação na rede social X nesta terça-feira (30), em meio a uma escalada de tensões na região.

Segundo o mandatário colombiano, a instalação atingida estaria sob o controlo do Exército de Libertação Nacional (ELN). Petro expressou preocupação com o facto de o grupo estar a utilizar o tráfico de drogas para consolidar a sua presença em território venezuelano.

 

“Sabemos que Trump bombardeou um laboratório, em Maracaibo, tememos que misturem ali a pasta de coca para transformá-la em cocaína. É simplesmente o ELN”, escreveu o presidente.

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Ele criticou a postura do grupo guerrilheiro, afirmando que a sua ideologia está a permitir a invasão da Venezuela.

A revelação ocorre um dia após Donald Trump confirmar que os Estados Unidos realizaram o seu primeiro ataque terrestre contra alvos ligados ao narcotráfico na Venezuela. O presidente norte-americano tem intensificado as ameaças contra nações que permitem a exportação de drogas para os EUA.

 

Além do bombardeamento em terra, informações recentes indicam que a CIA realizou um ataque com drone contra um cais na costa venezuelana. Muitas destas operações secretas têm como objetivo asfixiar as rotas logísticas de grupos criminosos e do governo de Nicolás Maduro.

Trump alertou anteriormente que a Colômbia poderia ser “o próximo” alvo de pressão caso o governo de Petro não controle a produção local de drogas. O líder republicano sustenta que o desarmamento de grupos armados e a destruição de fábricas de cocaína são prioridades da sua política externa.

O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, acusou os Estados Unidos de difundirem notícias falsas para desestabilizar o seu país. No entanto, Maduro evitou comentar especificamente os relatos de ataques contra infraestruturas portuárias ou laboratórios de drogas em solo venezuelano.

 

A comunidade internacional observa com cautela a multiplicação destas incursões militares, que muitos países condenam como execuções extrajudiciais. A ofensiva norte-americana sinaliza uma mudança de postura para o ano de 2026, com foco na intervenção direta contra o tráfico internacional.

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Fonte/Créditos: Juan Araujo/Diário do Poder

Créditos (Imagem de capa): Foto: Presidência da República da Colômbia

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