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A MBRF disse que monitora 100% dos fornecedores diretos e 90,8% dos indiretos na Amazônia, com meta pública de alcançar 100% até 2025. “Nas áreas consideradas de maior risco socioambiental, [a companhia] já atingiu 100% dos indiretos”, destacou.
A empresa, que nasceu da fusão entre Marfrig e BRF, declarou ainda que atua com um sistema que bloqueia automaticamente áreas com desmatamento, embargos, trabalho análogo à escravidão e sobreposição com unidades de conservação ou terras indígenas. “A verificação e a compra de gado são auditadas por terceira parte independente, garantindo transparência e conformidade com os mais altos padrões socioambientais”, pontuou.
“Para avançar na frente de fornecedores indiretos, a empresa vem implementando diferentes iniciativas e práticas relacionadas à rastreabilidade e ao monitoramento socioambiental (...) [A companhia tem] evoluções consistentes na aplicação [de seus] protocolos de rastreabilidade, registrando aumento de 15% no volume de animais abatidos comparado ao trimestre anterior”, afirmou.
A Frigol esclareceu que ainda não teve acesso à nova edição do Radar Verde sobre o controle dos frigoríficos que atuam na Amazônia, mas enfatizou que a sustentabilidade está no centro de sua estratégia de negócios.
“Sobre o monitoramento de fornecedores indiretos, a Frigol realiza, desde 2023, a verificação de 100% de seus fornecedores indiretos nível 1, por meio do software Visipec, gerenciado pela National Wildlife Federation (NWF) no Brasil. O Visipec é hoje o único sistema disponível capaz de fazer esse tipo de monitoramento no Estado do Pará”, ressaltou.
Fonte/Créditos: Por Nayara Figueiredo — São Paulo
Créditos (Imagem de capa): Foto: Freepik
