ELEIÇÕES
O ex-prefeito de Porto Velho e candidato ao Governo do Estado (Federação União Progressista), Hildon Chaves, cobrou o retorno imediato dos serviços de Hemodinâmica do Hospital de Base Ary Pinheiro, em Porto Velho. Desde que foi inaugurada, em 2017, a Hemodinâmica já atendeu mais de dez mil pacientes de Rondônia e também de outros estados. Porém, em maio de 2025, o setor foi fechado.
O motivo alegado na época pela direção do hospital era a falta de profissionais médicos especializados para atender na unidade, que é de responsabilidade do Governo do Estado. “Infelizmente, mais de um ano depois, nada mudou. A estrutura, que custou R$ 3,7 milhões aos cofres públicos, continua sem funcionar”, denunciou Hildon.
“Nesse período de inatividade, centenas de pacientes deixaram de receber o atendimento de alta complexidade daquela unidade, incluindo a realização de procedimentos de cateterismo, tratamento de aneurismas e a desobstrução de artérias, que poderiam significar vidas salvas todos os dias”, disparou.
“Colocar essa estrutura em funcionamento é uma medida urgente, que já deveria ter sido tomada pelo Governo do Estado, para dar acesso geral a tratamentos de alta complexidade. Essa espera é injustificável, falta gestão no governo e quem sofre é a população”, detonou.
DENÚNCIAS
A paralisação da Hemodinâmica do Hospital de Base já vinha sendo alvo de reiteradas denúncias do médico Luis Maiorquin. Dono de uma trajetória consolidada na medicina e na administração pública, Maiorquim foi secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho (Semusa) e, posteriormente, assumiu a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Durante sua gestão, esteve à frente de iniciativas de capacitação para os médicos, como os cursos de emergências cardiovasculares e eletrocardiograma em parceria com o Instituto do Coração (Incor), elevando o nível técnico da medicina no estado.
“Recolocar a estrutura da Hemodinâmica em funcionamento seria uma medida inteligente para ampliar o acesso da população a tratamentos de alta complexidade”, explicou Maiorquim. “Enquanto isso não acontece, quem continua esperando e sofrendo são os pacientes. Uma estrutura pública que custou milhões de reais aos cofres públicos e que não tem prazo para voltar a funcionar”.
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Fonte/Créditos: ASSESSORIA
Créditos (Imagem de capa): ASSESSORIA

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