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Dieese: Cesta básica fica mais cara em todas as capitais do país

São Paulo teve a cesta básica mais cara do país, chegando a R$ 906,14

Dieese: Cesta básica fica mais cara em todas as capitais do país
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(Imagem ilustrativa) Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou nesta segunda-feira (11) a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos referente ao mês de abril de 2026. O levantamento apontou aumento no custo da cesta básica nas 27 capitais brasileiras analisadas em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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As maiores altas entre março e abril foram registradas em Porto Velho (5,60%), Fortaleza (5,46%), Cuiabá (4,97%), Boa Vista (4,36%), Rio Branco (4,05%) e Teresina (4,02%).

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Dieese: Cesta básica fica mais cara em todas as capitais do país

São Paulo teve a cesta básica mais cara do país, chegando a R$ 906,14

Leiliane Lopes - 13/05/2026 15h35 | atualizado em 13/05/2026 16h56

(Imagem ilustrativa) Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou nesta segunda-feira (11) a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos referente ao mês de abril de 2026. O levantamento apontou aumento no custo da cesta básica nas 27 capitais brasileiras analisadas em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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Segundo o estudo, São Paulo teve a cesta básica mais cara do país, chegando a R$ 906,14. Na sequência aparecem Cuiabá (R$ 880,06), Rio de Janeiro (R$ 879,03) e Florianópolis (R$ 847,26). Já os menores custos foram encontrados em Aracaju (R$ 619,32), São Luís (R$ 639,24), Maceió (R$ 652,94) e Porto Velho (R$ 658,35).

O Dieese também informou que, no acumulado dos quatro primeiros meses de 2026, todas as capitais apresentaram aumento no valor da cesta básica. As variações foram de 1,56%, em São Luís, até 14,80%, em Aracaju.

De acordo com a pesquisa, o salário mínimo necessário para manter uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.612,49 em abril deste ano. O valor corresponde a 4,70 vezes o salário mínimo atual, fixado em R$ 1.621.

O levantamento mostrou ainda que o trabalhador precisou comprometer, em média, 49,57% do salário mínimo líquido para comprar os itens básicos de alimentação. O tempo médio de trabalho necessário para adquirir a cesta foi de 100 horas e 52 minutos.

Entre os produtos que mais pressionaram os preços está o leite integral, que subiu nas 27 capitais pesquisadas. O tomate também teve aumento em 25 cidades, enquanto a carne bovina de primeira ficou mais cara em 22 capitais.

Por outro lado, o café em pó apresentou queda de preço em 22 capitais. Já o arroz teve redução acumulada em 12 meses em todas as cidades analisadas pelo Dieese.

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Segundo o estudo, São Paulo teve a cesta básica mais cara do país, chegando a R$ 906,14. Na sequência aparecem Cuiabá (R$ 880,06), Rio de Janeiro (R$ 879,03) e Florianópolis (R$ 847,26). Já os menores custos foram encontrados em Aracaju (R$ 619,32), São Luís (R$ 639,24), Maceió (R$ 652,94) e Porto Velho (R$ 658,35).

O Dieese também informou que, no acumulado dos quatro primeiros meses de 2026, todas as capitais apresentaram aumento no valor da cesta básica. As variações foram de 1,56%, em São Luís, até 14,80%, em Aracaju.

De acordo com a pesquisa, o salário mínimo necessário para manter uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.612,49 em abril deste ano. O valor corresponde a 4,70 vezes o salário mínimo atual, fixado em R$ 1.621.

O levantamento mostrou ainda que o trabalhador precisou comprometer, em média, 49,57% do salário mínimo líquido para comprar os itens básicos de alimentação. O tempo médio de trabalho necessário para adquirir a cesta foi de 100 horas e 52 minutos.

Entre os produtos que mais pressionaram os preços está o leite integral, que subiu nas 27 capitais pesquisadas. O tomate também teve aumento em 25 cidades, enquanto a carne bovina de primeira ficou mais cara em 22 capitais.

Por outro lado, o café em pó apresentou queda de preço em 22 capitais. Já o arroz teve redução acumulada em 12 meses em todas as cidades analisadas pelo Dieese.

Fonte/Créditos: Leiliane Lopes - 13/05/2026 15h35 | atualizado em 13/05/2026 16h56

Créditos (Imagem de capa): (Imagem ilustrativa) Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

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