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Ontem, vários parlamentares que eram tidos como votos certos em Pacheco mudaram de posição, como os senadores Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Marcos do Val (Podemos-ES). Nas contas dos aliados de Pacheco, ele teria entre 50 e 55 votos garantidos, a partir do bloco MDB, PT, PSD e votos avulsos em União Brasil e até no PP e PL; nas dos aliados de Marinho, porém, o atual presidente do Senado tem apenas 36 votos garantidos. Os entusiastas da candidatura de Marinho somam 34 apoios hoje – 21 deles já declarados nas redes sociais.
De olho justamente nas traições, o Planalto iniciou uma operação para reter votos principalmente no União Brasil e PSD. A ideia é destravar a liberação de cargos no segundo e terceiro escalões o quanto antes para tentar conter dissidências nas duas siglas.
Emissários de Pacheco também já procuraram parlamentares como Professora Dorinha (União-TO) e Efrain Filho (União-PB) prometendo espaços na mesa diretora. Os dois são apontados hoje como votos contrários a Pacheco justamente por divergências com um dos seus principais cabos eleitorais, o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (União-AP).
Fonte/Créditos: Wilson Lima
Créditos (Imagem de capa): Divulgação

