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Brasil - Quanto Lula gastou para alugar cruzeiros na COP30?

Embarcações serviram de hospedagem para participantes da Conferência do Clima da ONU, em novembro de 2025

Brasil - Quanto Lula gastou para alugar cruzeiros na COP30?
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Quanto Lula gastou para alugar cruzeiros na COP30?
Lula na COP30. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

 

O governo Lula (PT) gastou pelo menos 350,2 milhões de reais para alugar os navios de cruzeiro que socorreram a organização da COP30 e serviram de hospedagem para participantes da Conferência do Clima da ONU, realizada em novembro de 2025, em Belém (PA).

Segundo o Metrópoles, o valor consta em um documento enviado pela Casa Civil à Câmara dos Deputados.

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“Verifica-se que o valor total despendido pelo governo federal na operação foi de R$ 350.240.506,46”, disse o governo Lula.

“Instada, a Secop esclareceu que a utilização de navios como hotéis flutuantes durante a COP30 decorreu da análise de possíveis soluções para o incremento de unidades habitacionais e leitos e de um conjunto de soluções necessárias e complementares para o problema de hospedagem, a fim de suprir o déficit de unidades hoteleiras e atingir, mediante sua efetivação, o número de leitos necessários para satisfazer às necessidades diretas e indiretas da mencionada conferência, sem prejuízo das necessidades ordinárias de Belém e região metropolitana”, acrescentou.

Sócio de Vorcaro

Para alugar navios das empresas Costa Cruzeiros e MSC Cruzeiros, a Embratur contratou a empresa Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda., que pertence ao empresário Marcelo Cohen.

Cohen é sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no hotel de luxo Botanique, localizado em Campos do Jordão (SP).

A Qualitours pertence à holding BeFly, criada por Marcelo Cohen a partir do impulsionamento de fundos ligados ao Master.

Segundo a Folha de S. Paulo, o empresário usou recursos dos fundos “B10” e “TT” para comprar empresas como a Flytour, a Queensberry e a STB.

A aquisição da Flytour está em discussão na Câmara de Arbitragem de São Paulo desde dezembro de 2025.

Ao jornal, Marcelo Cohen afirmou que o Master “não detinha participação societária na BeFly”.

“Sua atuação se deu como parceiro financeiro, por meio de linhas de crédito contratadas para apoiar parte das aquisições realizadas entre 2021 e 2022, em conjunto com recursos próprios gerados pela operação”, acrescentou.

 

 

Fonte/Créditos: Redação O Antagonista 2 minutos de leitura22.04.2026 08:50comentários 0

Créditos (Imagem de capa): Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

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