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O Brasil sustenta pelo menos quatro mil mulheres com uma mesada irregular, aponta levantamento da Controladoria Geral da União (CGU). São filhas de falecidos diplomatas e juízes, entre outras categorias do serviço público, que recebem até R$ 39 mil por mês, sob a condição de não terem se casado ou iniciado carreira no funcionalismo — mas que se casaram ou foram aprovadas em concurso.
O pagamento de todas essas pensões chegou a ser suspenso em 2016, como consequência de um pente-fino do Tribunal de Contas da União (TCU). Mas, em 2018, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou o retorno dos pagamentos, já que um benefício adquirido não poderia ser retirado. Em 2019, a Segunda Turma do STF referendou sua decisão.
Fonte/Créditos: Redação O Antagonista
