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Futebol / Flamengo

Bruno Henrique desiste de recurso no STJ que tentava anular investigação

A desistência da defesa de Bruno Henrique ocorreu nesta quinta-feira (28).

Bruno Henrique desiste de recurso no STJ que tentava anular investigação
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"Seja reconhecida a incompetência absoluta da Justiça Estadual para processar e julgar o caso, (...), em trâmite no I. Juízo da 7ª Vara Criminal de Brasília/DF, com a declaração de nulidade de todos os atos praticados pela autoridade coatora na origem, na forma do artigo 567 do Código de Processo Penal" diz trecho do documento.

IGOR SIQUEIRA E ALEXANDRE ARAUJO

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A defesa de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, desistiu do recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) através do qual, dentre os pedidos, buscava que fosse reconhecida a "incompetência absoluta da Justiça Estadual" do Distrito Federal para processar e julgar o caso.
O jogador virou réu no mês passado em caso envolvendo denúncia por manipulação de resultado, por episódio em que recebeu um cartão amarelo em duelo com o Santos, pelo Brasileiro de 2023.

 

"Seja reconhecida a incompetência absoluta da Justiça Estadual para processar e julgar o caso, (...), em trâmite no I. Juízo da 7ª Vara Criminal de Brasília/DF, com a declaração de nulidade de todos os atos praticados pela autoridade coatora na origem, na forma do artigo 567 do Código de Processo Penal" diz trecho do documento.

Bruno Henrique, em julho, teve um recurso anterior negado em decisão monocrática do ministro Joel Ilan Paciornik. Agora, também buscava que o pedido fosse julgado por um colegiado - seria apreciado na próxima terça-feira.

A desistência da defesa de Bruno Henrique ocorreu nesta quinta-feira (28). A informação foi publicada, primeiramente, pelo "ge" e confirmada pelo UOL.

BRUNO HENRIQUE RÉU
O juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília/DF, aceitou a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em julho. Segundo ele, as investigações "indicam possível intencionalidade do denunciado Bruno Henrique na situação que causou sua punição com apresentação de cartões durante a partida".

O atleta vai responder pelo crime previsto no art. 200 da Lei Geral do Esporte: "Fraudar, por qualquer meio, ou contribuir para que se fraude, de qualquer forma, o resultado de competição esportiva ou evento a ela associado". A pena prevê de dois a seis anos de prisão e multa.

O juiz rejeitou a denúncia de estelionato, que também era pedida pelo MPDF. O órgão recorreu por entender que houve um erro um erro ao não enquadrar Bruno Henrique por estelionato.

O jogador só foi formalmente imputado por manipulação de resultado esportivo - que é uma conduta com pena bem mais leve. O irmão do jogador, Wander Nunes Pinto Júnior, também virou réu.

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Fonte/Créditos: 30/08/2025 10:36 ‧ há 1 hora por Folhapress Esporte

Créditos (Imagem de capa): © Getty

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