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VÍDEO - Manobra frustrada Alfredo acusa governistas de soberba e tentar golpe para blindar Lulinha

Relator da CPMI do INSS critica estratégia regimental de votação em bloco, cujo placar é questionado por governistas

VÍDEO - Manobra frustrada Alfredo acusa governistas de soberba e tentar golpe para blindar Lulinha
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Manobra frustrada
Relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

Alfredo concluiu que “a soberba precedeu a queda”, quando governistas imaginaram ter maioria para blindar Lulinha e propuseram a estratégia regimental de votação em bloco de cada um dos requerimentos pelo aprofundamento da investigação dos suspeitos do roubo bilionário aos beneficiários do INSS. E disse que “a verdade começou a vencer a blindagem”, com o resultado anunciado pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), alvo da ira dos governistas que o acusam de contar sete, em vez de 14 votos dos titulares da comissão contra os requerimentos.

O relator disse ter ido dormir, na quarta-feira (25), tendo a certeza que iria votar requerimento a requerimento, e o governo teria a maioria para derrubar todos. Mas Alfredo lembrou que o governo inventou “uma fórmula que nunca tinha inventado”. 

“Na soberba: ‘Olha, em vez da gente se desgastar para dizer que estamos protegendo o sistema financeiro […], vamos dar o golpe, regimentalmente falando’. Qual era o golpe? ‘Vamos votar em bloco, rapaz’. […] Aí Deus mais uma vez mostrou que a soberba precede queda”, relatou Alfredo, citando o Banco Master, voos de aeronave, banqueiros e o “túnel de propina” da a Associação Nacional de Aposentados e Pensionistas (ARPAR), como eventuais alvos da blindagem que protegeria Lulinha. 

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Alfredo disse que teme Deus e não vai fazer “favor de safadeza de ninguém para sujar” seu nome, ao afirmar que a única coisa que a CPMI tem feito é caminhar de acordo com o rastro do dinheiro e das evidências. E lembrou que o roubo de R$ 10 bilhões ainda não tinha resultado em prisões, antes de a comissão avançar nas investigações. “Ou seja, tava um verdadeiro festival, festival da impunidade”, concluiu.

A votação provocou uma briga que interrompeu a sessão deliberativa, com agressão e empurrões. E a bancada governista protocolou junto à Mesa Diretora do Congresso Nacional uma petição solicitando a anulação da votação, apontando fraude na condução da votação simbólica do colegiado. Para os governistas, houve 14 votos contra os requerimentos e havia 21 parlamentares titulares com direito a voto no plenário da comissão, na hora da votação. Carlos Viana nega tal contagem e aponta 31 presentes, o que somaria titulares e suplentes, segundo a base de Lula.

Assista o momento em que Alfredo acusa governistas de soberba e tentar golpe:

 

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Fonte/Créditos: Davi Soares/Diário do Poder

Créditos (Imagem de capa): (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

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