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Bashar al-Assad se caracterizou como um dos mais cruéis tiranos das últimas décadas, prendendo e executando adversários políticos e etnias que nunca o aceitaram no comando do país.
No exercício da presidência da República, Lula sempre fez gestos públicos de apoio e admiração a ditadores no Oriente Médio. Ele chamou Kadhafi de “meu ídolo, meu irmão” e concedeu a Assad em 2010, durante seu segundo governo, a mais lata honraria brasileira
Somente em 2023, cinco anos depois, ganhou relator o projeto do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), de 2018, cassando a condecoração de Lula ao ditador Bashar al-Assad. Foi designado relator o deputado Rodrigo Valadares (União-SE).
“Temos que corrigir qualquer ligação do Brasil com ditadores. A retirada dessa honraria é o primeiro passo. Da mesma forma a ligação com Maduro que gerou proposição de impeachment do Lula“, avalia o parlamentar, que finalizou: “devemos repudiar o terrorismo e defender a prevalência dos direitos humanos”.
Fonte/Créditos: Cláudio Humberto / Diário do Poder
Créditos (Imagem de capa): (Foto: Agência Brasil).

