Para o deputado campeão de votos nas eleições que disputou, que a prisão de Bolsonaro “não é um ato jurídico”, mas um sintoma político de algo “muito mais grave” e disse que o Brasil assiste a uma “ditadura disfarçada de justiça”. Ele reagiu com indignação à afirmação do ministro classificando de “manifestação criminosa” uma vigília de operações pela saúde do líder político. “É um absurdo equiparar oração a crime organizado. Isso é ditadura disfarçada de justiça”, afirmou ele na rede X.
A repercussão nas redes sociais explodiu, com hashtags como #LiberdadeParaBolsonaro e #OraçãoNãoÉCrime trending em horas.
Moraes fez a afirmação em seu despacho que ordenou a prisão, chamando a vigília de oração em frente ao condomínio onde mora o ex-presidete, perto de Brasília, convocada por seu filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seria uma “manifestação criminosa”.
O ministro alegou que a vigília de oração, “manifestação criminosa e ilícita”, repetiria o que chama de “modus operandi de uma milícia digital orquestrada por Bolsonaro para obter vantagens pessoais via protestos populares. ”
O caso pode escalar para o Congresso, onde projetos de lei buscam limitar poderes de ministros do STF. Flávio Bolsonaro, em nota, prometeu “lutar pela verdade”, sem data para novos atos.
Fonte/Créditos: Diáriodo Poder
Créditos (Imagem de capa): Foto: reprodução de vídeo nas redes sociais.
