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Sexta-feira, 11 de Setembro 2026
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Justiça

Suspensão do X: Como a PF pretende identificar quem driblou ordem de Moraes

Com autorização do magistrado, a PF irá mapear as postagens dos usuários que descumpriram o bloqueio do X

Suspensão do X: Como a PF pretende identificar quem driblou ordem de Moraes
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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Polícia Federal traçou um plano para identificar quem driblou a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e usou o X no Brasil, registrou O Globo.

Com autorização do magistrado, a PF irá mapear as postagens dos usuários que descumpriram a determinação e formular uma lista que será entregue a Moraes.

 
 

Segundo o jornal, até veículos de imprensa e políticos que estejam publicando no X com o aviso de que a postagem é feita a partir de outro país entrarão na lista.

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Caberá a Alexandre de Moraes decidir quem será multado ou não por usar a plataforma durante o período de bloqueio.

Como mostramos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi um dos políticos da oposição que utilizaram o X durante o retorno temporário da plataforma na quarta, 17.

Leia mais: Câmara fez postagens no X durante proibição de Moraes

O pedido da PGR

Diante da continuidade de postagens realizadas por políticos e figuras públicas, a Procuradoria-Geral da República pediu a PF que identifique quem está acessando o X no Brasil, apesar do bloqueio imposto por Moraes.

A checagem de usuários foi autorizada na segunda-feira, 16.

Ao ordenar a suspensão “imediata, completa e integral” da plataforma em 30 de agosto, Moraes estipulou uma multa diária de 50 mil reais para quem fizesse uso de “subterfúgios tecnológicos”, como VPNs, para acessar o X.

Leia mais: OAB aciona Supremo contra multa de R$ 50 mil por uso do X

Na quarta-feira, 18, muitos brasileiros conseguiram acessar o X sem precisar recorrer ao uso de VPN.

Em resposta, Moraes multou a plataforma e a Starlink em 5 milhões de reais por dia por driblarem o bloqueio imposto à plataforma em 30 de agosto.

A decisão foi publicada como “edital de intimação”.

O magistrado intimou o X “para que, imediatamente, suspenda a utilização de seus novos acessos pelos servidores CDN Cloudfare, Fastly e Edgeuno e outros semelhantes, criados para burlar a decisão judicial de bloqueio da plataforma em território nacional, sob pena de multa diária de R$ 5 milhões”.

Fonte/Créditos: Redação O Antagonista

Créditos (Imagem de capa): Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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