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assassinato da pequena Júlia ocorreu na manhã de 13 de fevereiro de 2020, em Vicente Pires. A mãe da menina, então com 21 anos, confessou o homicídio.
Laryssa também foi sentenciada a três meses de detenção por lesão corporal contra seu ex-companheiro e pai da criança. A pena será cumprida em regime inicial fechado, e a prisão imediata da condenada foi decretada.
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O homicídio foi qualificado por motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima e feminicídio, visto que se tratou de um crime em ambiente doméstico. A pena foi agravada por ter sido cometido contra uma menor de 14 anos e na presença do pai da criança.
O Conselho de Sentença também considerou que o crime foi motivado por razões torpes, ligadas à disputa pela guarda da criança. Além disso, a ré tentou alterar a cena do crime, modificando a posição de objetos e ocultando evidências na tentativa de dificultar a investigação policial.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) sustentou a tese de acusação de forma integral, a qual foi aceita pelos jurados. A condenação reconheceu a materialidade e autoria dos delitos, além das qualificadoras e causas de aumento de pena que evidenciam a brutalidade do crime.
*Com informações do MPDFT
Fonte/Créditos: Por Correio Braziliense postado em 22/05/2025 18:43 / atualizado em 22/05/2025 18:45
Créditos (Imagem de capa): (crédito: Arquivo pessoal)
