Já depois dos 40 — nesse caso, o grupo estudado era composto apenas por mulheres de 45 a 60 anos —, três xícaras pequenas de café deram a elas uma probabilidade 13% maior de envelhecer com boa saúde física. Mas, por conta de oscilações hormonais, algumas mulheres podem metabolizar a bebida de forma diferente e sentir ansiedade ou palpitações.
Aos 50, o estudo mostrou que cinco xícaras de café podem melhorar a circulação e não demonstram riscos cardiovasculares, apesar de ser preciso ajustar a quantidade conforme a sensibilidade da pessoa e a qualidade do sono.
Por fim, aos 60 anos, beber de quatro a seis xícaras de cafezinho por dia pode reduzir o risco de fragilidade em idosos e melhorar a força, a velocidade de caminhada e a manutenção do peso.
Dessa forma, o estudo mostrou no geral que consumir pelo menos duas xícaras da bebida por dia, após os 40 anos, pode ajudar a preservar a massa muscular na velhice, um efeito gerado pela capacidade anti-inflamatória e de reparo celular do café. Mas esses resultados se mostraram mais fortes em homens do que em mulheres.
Fonte/Créditos: Metropoles/Ailton Oliveira
Créditos (Imagem de capa): Márcio Carvalho/Pexels

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