A expectativa é que a comissão seja de fato aberta, uma vez que a maioria dos outros vereadores se mostrou favorável à sua criação (Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil)
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O argumento do vereador é que o afastamento se faz necessário após vir à tona suposto caso de abuso sexual por parte do padre. “Um desrespeito à imagem da igreja e aos fiéis”, afirmou o parlamentar.
Nas redes sociais, o vereador se manifestou dizendo quer “um sujeito sendo investigado por abusos sexuais não pode continuar exercendo as funções como Padre no curso da investigação. Além de prejudicar a aferição da verdade, cria macula à fé, aos cristãos e à Santa Igreja. Pedirei à Arquidiocesana o imediato afastamento de Júlio Lancelotti de suas funções”.
Rubinho se reúne hoje com o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite, para defender que os trabalhos de investigação sobre as ONGs, no parlamento, devem seguir, independente da denúncia contra Lacellotti, que também é ativista político ligado ao PT e ao PSOL. O parlamentar acrescenta que o fato denunciado contra o religioso reforça só reforça “a necessidade de investigação”.
Fonte/Créditos: Deborah Sena / Diário do Poder
Créditos (Imagem de capa): (Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil)


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