Terça-feira, 18 Novembro de 2025 - 10:20 | Redação
Na sequência, o boletim narra o conflito entre o perito, identificado apenas como Gaio e o 1º sargento PM Rangel. O perito afirmou que o celular da vítima era material probatório e deveria ser entregue à equipe da Homicídios, que ainda não havia chegado. O sargento respondeu que não assumiria essa responsabilidade, pois o procedimento cabia à Politec.
Ainda conforme o relato, o perito disse estar “dando uma ordem” ao comandante da guarnição, sendo imediatamente rebatido pelo sargento, que afirmou que não recebe ordens dele.
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Em seguida, o perito recolheu o material, incluindo o celular, finalizou os trabalhos e deixou o local.

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