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A denúncia repercutiu muito nos meios políticos porque se sabe que o Banco Master contratou por R$129 milhões os serviços do escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Segundo a nota, a reunião com dirigentes de bancos teve o objetivo de tratar da aplicação da Lei Global Magnitsky, da qual foi alvo por decisão governo dos Estados Unidos, recentemente revogada. Em sua nota, Moraes lista os participantes daquela reunião: presidente do Banco Central, presidente do Banco do Brasil, presidente e o vice-presidente Jurídico do Banco Itaú.
Ele afirmou também haver participado de reunião conjunta com os presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, da Febraban, do BTG e os vice-presidentes do Bradesco e Itaú.
“Em todas as reuniões”, diz o ministro em sua nota “foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito.”
Fonte/Créditos: Díario do Poder
