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Sexta-feira, 11 de Setembro 2026
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Política

NO PONTO - Marinho, sobre adiamento de sessão: ‘Pacheco fez compromisso público pela CPMI’

Governo tenta adiar instalação da comissão

NO PONTO - Marinho, sobre adiamento de sessão: ‘Pacheco fez compromisso público pela CPMI’
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Rute Moraes-
Senador espera que o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cumpra a lei | Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse que aguarda o cumprimento da lei por parte do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Na madrugada desta terça-feira, 18, seis líderes da Câmara dos Deputados pediram a Pacheco que adiasse a primeira sessão do Congresso Nacional, em que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro pode ser instaurada.

“A lei determina a sessão congressual para a apreciação dos vetos”, disse Marinho a Oeste. “Além disso, ainda prevê a leitura da CPMI, caso haja o número de assinaturas. O governo está amedrontado e teme o resultado da comissão.”

Na mensagem enviada a Pacheco, os líderes usam como argumento a apreciação do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) em regime de urgência, que garante o pagamento do piso nacional da enfermagem.

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“A Comissão Mista de Orçamento, que trata dessa pauta, ainda não foi realizada”, informaram os parlamentares. “Solicitamos a Vossa Excelência o adiamento da sessão do Congresso Nacional prevista para o dia 18 de abril.”

O pedido partiu dos partidos que não são oposição ao governo do presidente Lula. Oeste apurou que Pacheco deve acatar a solicitação dos parlamentares.

Os líderes são os seguintes os deputados: Zeca Dirceu (PT-PR), líder da Federação Brasil da Esperança (PT PCdoB PV); Antônio Brito (PSD-BA); Isnaldo Bulhões (MDB-AL); Fabio Macedo (Podemos-MA); Hugo Motta (Republicanos-PB); e Felipe Carreras (PSB-PE).

Conforme noticiou Oeste, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que a sessão tem de acontecer na próxima semana, pois é de interesse do governo que o ato ocorra antes do início de maio.

Na prática, o governo busca angariar tempo para convencer os parlamentares a retirarem suas assinaturas da CPMI. Assim, quando a sessão for acontecer, o requerimento já não teria o número mínimo de assinaturas — de 171 deputados federais e de 27 senadores.

Até o momento, a CPMI possui o apoio de 194 deputados e de 37 senadores

Fonte/Créditos: Rute Moraes

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