
“Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, disse a Guarda.
A ameaça ocorre dias após Netanyahu mencionar, de forma indireta, possíveis ações contra figuras centrais do eixo pró-Irã.
Na quinta-feira (13/5), o premiê israelense citou Mojtaba Khamenei, que assumiu recentemente como líder supremo do Irã, e o chefe do Hezbollah, Naim Qassem. Sem detalhar planos militares, afirmou que não ofereceria “seguro de vida” a dirigentes da organização que classifica como terrorista.
No sábado (14/3), a tensão aumentou após um ataque atingir a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, capital do Iraque.
Relatos indicam que o ataque pode ter sido realizado com um míssil, que teria atingido um heliponto dentro do complexo e danificado o sistema de defesa aérea da embaixada, segundo uma fonte de segurança iraquiana citada pela emissora Al-Jazeera. Não houve registro de feridos.
A escalada ocorre no contexto do conflito regional iniciado em 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel lançaram uma ofensiva conjunta contra o Irã, que provocou a morte do então líder supremo do país Ali Khamenei.
A guerra já levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, corredor marítimo por onde circula cerca de 20% do petróleo e do gás comercializados no mundo, provocando forte aumento nos preços da energia.
Fonte/Créditos: Evellyn Paola 15/03/2026 07:30, atualizado 15/03/2026 07:43/Metrópoles
Créditos (Imagem de capa): SigaGoogle Discover Reprodução/X

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