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Batizada de Spare, a operação é realizada em conjunto com a Receita Federal, a Secretaria da Fazenda, a Procuradoria-Geral do Estado de SP e a Polícia Militar e cumpre 25 mandados de busca e apreensão.

A análise das movimentações financeiras revelou que os valores eram transferidos para uma fintech, utilizada para ocultar a origem ilícita dos recursos e sua destinação final”, afirmou o Ministério Público em comunicado.
“Com o aprofundamento das investigações, foi possível identificar uma complexa rede de pessoas físicas e jurídicas envolvidas na movimentação dos valores ilícitos”, acrescentou.
Os investigadores identificaram vínculos com empresas do ramo hoteleiro, postos de combustíveis e instituições de pagamento que mantinham uma contabilidade paralela, dificultando o rastreamento dos recursos.
O MP informou que a fintech usada no esquema também foi alvo da Operação Carbono Oculto.
Operação Carbono Oculto
Foi deflagrada em 28 de agosto a megaoperação Carbono Oculto, realizada para desmantelar um esquema de fraudes e lavagem de dinheiro articulado pelo PCC no setor de combustíveis.
Estavam na mira dos investigadores várias empresas envolvidas na cadeia de importação, produção e distribuição, além de postos de combustíveis.
Segundo a Receita Federal, o PCC utilizava fintechs e fundos de investimento para lavar dinheiro e ocultar patrimônio.
Ao todo, 42 alvos foram localizados em cinco endereços na avenida Faria Lima, em São Paulo.
Pelo menos 40 fundos de investimento (multimercado e imobiliários) eram controlados pelo Primeiro Comando da Capital.
Mais de 1 bilhão de reais em bens foram bloqueados.
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Fonte/Créditos: Redação O Antagonista
Créditos (Imagem de capa): Créditos: depositphotos.com / LuIvDa
