
Segundo Viana, a CPMI sempre atuou dentro dos limites legais e regimentais e não divulgou material sigiloso envolvendo integrantes do tribunal. O senador afirmou ainda que é necessário identificar a origem das informações divulgadas antes de atribuir qualquer responsabilidade ao Congresso.
A manifestação ocorre depois que o gabinete de Moraes informou que uma análise técnica nos dados telemáticos do empresário Daniel Vorcaro concluiu que mensagens atribuídas a ele não foram enviadas ao ministro. O caso envolve arquivos extraídos do celular do empresário, obtidos no âmbito das investigações conduzidas pela comissão parlamentar.
Fonte/Créditos: Rodrigo Vilela/Diário do Poder
Créditos (Imagem de capa): (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado).