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Segunda-feira, 12 de Outubro 2026
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Mercado cafeeiro trabalhava em lados opostos nas bolsas internacionais na manhã desta 4ª feira (27)

Preços seguem com fortes oscilações, sustentados por um cenário de incerteza

Mercado cafeeiro trabalhava em lados opostos nas bolsas internacionais na manhã desta 4ª feira (27)
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Os preços do cafá trabalhavam em lados opostos nas bolsas internacionais na manhã desta quarta-feira (27), com o arábica recuando moderadamente, e o robusta avançando nos futuros mais próximos. 

Segundo informações do portal internacional Bloomberg, no caso do arábica, a alta dos preços nos últimos dias foi impulsionada em grande parte por especuladores do mercado cobrindo posições vendidas e pelos baixos volumes de negociação, que aumentaram a volatilidade. "A retração do mercado parece ser técnica e não fundamental", completou a publicação. 

Boletim do Escritório Carvalhaes aponta ainda que as cotações sobem à medida que os operadores vão se conscientizando de que a quebra na atual safra brasileira de arábica 2025 foi maior do que a estimada inicialmente pelo mercado, e que o aperto entre produção e consumo global vai continuar."Já está claro que o padrão climático continua imprevisível no Brasil, com secas, chuvas irregulares e frentes frias produzindo geadas e queda de granizo em cafezais das principais regiões produtoras de café do Brasil, afastando a possibilidade de uma safra recorde de café no Brasil em 2026", destaca ainda o documento. 

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De acordo com o analista de mercado do The Price Futures Group, Jack Scoville, o robusta está mais disponível para o mercado, mas os produtores brasileiros estão retendo ofertas para destinos mundiais. A falta de estoques para entrega e a falta de entregas têm apoiado então o mercado futuro.

Perto das 9h30 (horário de Brasília), o arábica registrava baixa de 455 pontos no valor de 379,50 cents/lbp no vencimento de setembro/25, uma queda de 310 pontos negociado por 369,20 cents/lbp no de dezembro/25, e um recuo de 330 pontos no valor de 359,30 cents/lbp no de março/26.

O robusta trabalhava com alta de US$ 13 no valor de US$ 4,899/tonelada no contrato de setembro/25, um aumento de US$ 23 cotado por US$ 4,713/tonelada no de novembro/25, e um ganho de US$ 21 no valor de US$ 4,585/tonelada no de janeiro/26. 

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Fonte/Créditos: Por: Raphaela Ribeiro - Fonte: Notícias Agrícolas

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