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Quarta-feira, 08 Fevereiro de 2023 - 14:36 | Redação
PREVENÇÃO
Os vetores da febre maculosa, segundo a bióloga da Lacen Alda Lobato, são encontrados especialmente nos seguintes grupos de animais: equídeos, caninos, marsupiais, bovídeos, primatas e roedores, sendo a capivara, o principal reservatório dos carrapatos.
Mas também podem se hospedar em animais domésticos. ‘‘Fiquem atentos aos animais dentro de casa e tenham cuidado ao andar em regiões de mata. Inclusive com o micuins, que são a fase imatura dos carrapatos, mas já oferecem risco à saúde. Observem os animais, principalmente os domésticos, como os carrapatos’’, afirmou a bióloga.
COLETA E EXAMES
Os dois órgãos vinculados à Secretaria de Estado da Saúde – Sesau, do Governo do Estado, o Lacen e a Agência Estadual de Vigilância em Saúde – Agevisa atuam de forma conjunta na coleta dos vetores. A bióloga explica que quando os vetores coletados chegam até o Lacen, passam primeiramente por uma triagem, em seguida realiza-se taxonomia (análise laboratorial dos carrapatos) e posteriormente, os exames moleculares.
‘‘A taxonomia é a identificação dos carrapatos por espécie e os exames moleculares que apontam se o carrapato está portanto a bactéria do gênero Rickettsia. O nosso laboratório de biologia animal e entomologia médica, através dos estudos feitos dos vetores subsidia as medidas de controle, com recomendação do tratamento adequado e a necessidade de educação em saúde’’, explicou a bióloga, destacando que, assim, o monitoramento dos comportamento dos vetores aliado à prevenção ajudam o Estado a avançar no controle da febre maculosa.
Fonte/Créditos: rondoniagora
